quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Festival Meu Primeiro Filme: filmes realizados por estudantes concorrem a prêmio

Por Vera Haas
Dois filmes criados e produzidos por alunos do IFSul campus Camaquã foram pré-selecionados no Festival Meu Primeiro Filme. As obras “Jovem casal” e “Um pedido” foram desenvolvidas em atividades do Projeto de Extensão Cinema e Literatura, coordenado pela professora Vera Haas. O Projeto conta, atualmente, com grupos de roteiristas, diretores, atores, montadores e produtores, enfatizando o trabalho com as linguagens literária e cinematográfica e o trabalho em equipe. Os filmes indicados concorrem a prêmios em quatro categorias: Melhor filme – “Jovem casal”, Melhor produção – “Um pedido” (Jéssica Antoni e Victória Viatroski), Melhor direção – “Jovem casal” (Douglas Ávila) e Melhor Trilha Sonora – “Um pedido” (Peter Rudenko).
O Festival faz parte do Projeto Meu Primeiro Filme, realizado pela Prana Filmes e pelo Santander Cultural, e visa estimular a realização e a circulação de obras audiovisuais produzidas em ambiente escolar. O diretor de cinema Carlos Gerbase é o responsável pela produção de material didático destinado a uma maior compreensão da linguagem audiovisual, a fim de democratizar o acesso ao conhecimento necessário para a realização de filmes. A iniciativa propicia que estudantes possam descobrir na arte uma forma de compreensão da realidade e de ação reflexiva sobre o mundo em que vivem.

FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO: A ARTE COMO CONHECIMENTO

Por Vera Haas
Um grupo de estudantes do campus Camaquã esteve presente, pelo segundo ano consecutivo, ao Festival de Cinema de Gramado. A 41ª edição ofereceu aos alunos uma gama variada de estilos, a encher a tela e os olhos ávidos. Durante o dia 15.08, eles aproveitaram para ver tudo o que o desejo de conhecer lhes permitia. A reprise de "Os amigos", de Lina Chamie, revelou um roteiro amarrado por uma boa história e por trechos da "Odisséia", de Homero. Ao longo do filme, a suspensão da recomendação do sábio Tirésias ao viajante grego enriquece o desfecho. As imagens narram o que o adivinho tivera que segredar a Odisseu/Ulisses, que traduzo em linguagem de "em dia de semana", emprestando a expressão rosiana: "onde está teu coração, aí está tua casa". 
A animação "Até que a Sbórnia nos separe", de Otto Guerra e Ennio Torresan Júnior, apresentou um humor inteligente e crítico. Um dos recursos para a narração foram canções cuja letra sobrescritava as imagens, estratégia interessantíssima, tanto do ponto de vista artístico quanto no que se refere à formação de um espectador aberto à música como parte constitutiva do andamento narrativo. Alie-se a esse aspecto a homenagem ao primeiro "King Kong", a "Nosferatu" e ao "Encouraçado Potemkin", verdadeira pérola no desenrolar da fita. E, por valorizar a cultura e lançar um olhar sagaz sobre a desmedida do capitalismo selvagem, a obra foi amplamente comentada pelos estudantes no ônibus, já na viagem de retorno.
"Cinco maneiras de fechar os olhos" foi realizado por uma turma de estudantes da PUC-RS. Trabalho executado a muitas mãos, evidencia mais uma vez que o cinema é uma realização artística de equipe: o grupo precisa exercitar a responsabilidade coletiva para que todos obtenham êxito. A narrativa prendeu a atenção e usou o escurecimento da tela para causar a sensação de olhos que se fecham. Em alguns momentos, as máscaras sociais lembram as revelações machadianas sobre a nossa sociedade.
Outro momento de destaque em um dia com muitas atividades foi o debate referente aos novos recursos audiovisuais. Maiores detalhes serão fornecidos a respeito das reflexões que agitaram as conversas no Recreio Gramadense: amanhã, nessa mesma página, o professor Marcelo Kwecko apresenta seu ponto de vista: como foi o debate, aspectos importantes, enfim... 
É importante mencionar, ainda, dois nomes: Ralf Cardoso e Luiz Alberto Cassol, coordenador do 41º Festival de Cinema de Gramado e diretor do IECINE respectivamente. Sem a ação deles, certamente não haveria um Festival tão plural, tão aberto a escolas e à comunidade, à formação de novas mãos para o cinema e de novos leitores para os filmes.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Projeto participa do41º Festival de Cinema de Gramado

Alguns alunos colaboradores do projeto Cinema e Literatura ganharam a oportunidade de participar do Festival de Cinema em Gramado. O grupo formado por 12 alunos estará participando da programação do Festival nesta quinta-feira dia 15 de agosto. Estas atividades contribuem para o aprendizado sobre cinema e o interesse pela sétima arte. Aos demais integrantes do nosso projeto que também vêm desempenhando papéis importantes para realização das atividades, o projeto pretende continuar levando seus participantes para estes eventos sempre que possível.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Nos Bastidores....

O Projeto Cinema e Literatura produziu seu primeiro filme. O curta-metragem, dirigido pelo integrante do projeto  Douglas Ávila, foi baseado no conto “Um Jovem Casal” escrito pela aluna do segundo ano do curso de Controle Ambiental Djoilize da Silva. O filme contou com a atuação de Danrley Pacheco como Miguel, Luana Araújo como Daniela e Diego Broboski como Gabriel. O roteiro foi escrito pelo grupo de roteiristas, e cenário, maquiagem, roupas, tudo providenciado e muito bem organizado pelo grupo de produção.
Compartilhando a experiência da produção do nosso primeiro filme, realizamos esta entrevista com alguns membros do grupo. Aqui você pode conhecer como funcionam as várias etapas de confecção de um filme.





Entrevista com Roteiristas:


José Camargo

1)                 O filme produzido foi baseado em um conto escrito pela aluna Djoilize, que também participou da escrita do roteiro com você e os demais roteiristas. Para compreendermos melhor, poderia dizer-nos qual  a diferença do roteiro para o conto?

R: O roteiro é a adaptação do conto transformado em um texto dramático a partir da leitura dos roteiristas. A principal diferença do roteiro para o conto é que o roteiro contém descrições detalhadas dos diálogos, cenários, ações dos personagens e principalmente da concepção visual da história.
É importante frisar que quando assistimos a um filme baseado em uma obra literária, o que vemos na tela é a impressão que os roteiristas e diretores tiveram da história original e não é, necessariamente, a mesma do autor. Os roteiristas, às vezes, modificam ou criam muitos elementos em relação à história original e a versão final vista no cinema muitas vezes difere da imagem que os espectadores que leram a obra escrita tiveram. Este ponto é a causa da principal polêmica quando se trata de adaptação literária para filme.
No nosso caso, tivemos a vantagem da autora do conto ter participado diretamente na criação do roteiro. Acredito que a versão da história apresentada no curta permanece fiel ao conto, mas tivemos a oportunidade de desenvolver melhor os personagens.



2)                 Você conduziu o grupo de roteiristas durante a escrita deste roteiro, foram necessárias muitas revisões, modificações?


R: A criação do roteiro foi feita a várias mãos, todos os roteiristas expunham suas ideias e o roteiro ia sendo escrito a partir de condensação dos diferentes pontos de vistas. O interessante é que não foram necessárias tantas modificações até a versão final, à medida que a escrita ia avançando, o entrosamento do grupo aumentava e no final do processo nós já pensávamos da mesma forma em relação à história e tínhamos praticamente a mesma opinião quando os ajustes finais foram feitos.


3)                 Você trabalhou na montagem do curta-metragem com o Douglas, imaginamos que não deve ter sido fácil, mas como foi feita a montagem? Quais programas você sugere que sejam melhores para realizar este tipo de trabalho?

R: Realmente, editar e montar um filme, mesmo um curta-metragem de apenas 7 minutos, não é tão simples quanto parece. O diretor reúne todos os takes feitos, assiste a todos e escolhe os melhores. A partir dai começamos a “emendar” tudo, é preciso cortar cada cena no ponto exato para combinar com a seguinte. Cada trecho é revisado diversas vezes para que o resultado final desejado fique bom. Após isso passamos para a parte do áudio, o processo é semelhante, todas as músicas e efeitos sonoros são selecionados e dispostos “sobre” o vídeo, colocados no tempo certo. Tudo isso sem falar em outros detalhes como a colocação dos créditos, ajustes de cores, regulagem dos volumes dos áudios, etc. Depois de tudo pronto é gerado um arquivo final com o filme pronto.
               Há diversos programas voltados para a edição de vídeo e áudio disponíveis hoje, desde aqueles com recursos mais limitados até os de nível profissional. Recomendo quem tiver interesse no assunto pesquisar na internet antes de escolher quais ferramentas de edição utilizar e veja qual é a mais adequada para a sua necessidade. Até mesmo porque este tipo de software exige um computador com um bom desempenho gráfico.


4)  Esta adaptação ou transcriação teve o resultado que você esperava?

R: Sim. Posso falar em nome de toda a equipe que participou da produção do curta que foi uma ótima experiência, aprendemos muito. Ver o fruto do nosso esforço na tela é extremamente recompensador!


Djoilize da Silva

1)                 O conto que deu origem ao curta-metragem “Um Casal” é de sua autoria. Na hora de escrever, e até mesmo depois de pronto o roteiro, você se deparou com algum elemento que divergia do conto?

R:  Se me recordo bem, não deparei-me com algum elemento que divergia do conto. Alguns detalhes foram retirados/alterados, apenas para adequar-se à versão curta-metragem; mas não divergiu do conto.

2)                 Você gostou mais de escrever o roteiro ou o conto? Por quê?

R: Gostei bastante de escrever o roteiro, pois ele exigia detalhes e possibilitou-me contribuir com mais ideias.

3)      Você não esteve presente na primeira exibição do curta-metragem, então me diga o que você espera do filme quando assistires?

R: Eu espero que o filme passe a ideia que eu quis passar aos leitores do conto: casal que tem atitudes opostas aos casais tradicionais. Além disso, a equipe empenhou-se muito para a realização do curta e anseio que o mesmo agrade os espectadores. 

4) Curiosidades? 

R: Curiosidades? Bem, a ideia inicial para o conto foi de uma jovem garota que confiava muito em seu namorado e, no final, ele assassinava ela... Como não consegui desenvolvê-la, pensei mais um pouco e escrevi o conto "Um Casal".



Entrevista com os atores:



Danrley Pacheco

1)                 Que características do seu personagem, Miguel, você pode dizer que admira?

R: O fato dele não se importar de trabalhar na casa fazendo os afazeres domésticos e sua mulher trabalhar em uma empresa. Pois acho que a questão dos papéis “invertidos” na sociedade já estão mais que na hora de deixarem de ser um paradigma.

2)                 Em algum momento você discordou da direção do filme? Como foi essa relação?

R: Não. Foi super boa, pois acho que ele pensaram no melhor para os atores e nos ajudaram muito.


3)                 Qual a sensação de estar em frente às câmeras? Ficou nervoso?

R:É uma sensação estranha, porém boa. Sim, mas não muito, pois éramos todos conhecidos, então foi mais tranquilo.

4)                 O que se pode dizer que tem em comum entre você e seu personagem?

R: Acho que a questão de não nos importarmos de fazer as atividades domésticas, pelo menos minha mãe sempre fez eu fazê-las, assim como minha irmãs, claro que um pouco menos, mas sempre fazê-las.



5)                 Qual sua expectativa quanto ao resultado?

R: Das melhores, pois o pessoal da edição sabe o que faz, e nós atores, nos esforçamos para alcançar o que eles desejavam durante as gravações, mas acredito que vou ficar mais nervoso quando assistir, e com mais vergonha.


A entrevista foi relizada no período de 22/06 a 08/07. 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

EXIBIÇÃO DO PRIMEIRO FILME EM NOITE DE CINECLUBISMO

Por Vera Haas

O Diretor do IECINE (Instituto Estadual de Cinema), Luiz Alberto Cassol, apresentou uma instigante palestra sobre cineclubismo na noite de 26 de junho, última quarta-feira. Na ocasião, foi apresentada a diretoria democraticamente eleita entre os estudantes do campus Camaquã. O processo foi o resultado das  atividades implementadas pelo Projeto Cinema e Literatura e da leitura de textos sobre cineclubismo e da confecção dos estatutos do cineclube da escola pelos alunos Djoilize da Silva, José Camargo, Natália Osvaldt e Victória Viatroski. Participam da gestão do primeiro cineclube alunos de diversos cursos técnicos.

O bate-papo que Cassol travou com os estudantes e professores teve como fulcro uma leitura crítica da realidade que envolve a produção, realização e veiculação de um filme. Disposto a fornecer uma visão de conjunto aos presentes, o diretor do IECINE abordou questões como filmes com maior ou menor procura pelo público que frequenta os cinemas, a proposta alternativa e democrática do cineclubismo, os trabalhos cooperativos e possíveis entre cineclube e escola ou videolocadoras, entre outros.

Ao final do evento, um dos grupos de estudantes que realizou seu primeiro curta na escola apresentou o filme "Jovem Casal". Mais de 20 horas de trabalho resultaram em oito minutos de filme. O argumento foi retirado de um miniconto escrito por Djoilize da Silva durante as aulas de literatura. Um grupo de estudantes escreveu o roteiro, decupado pelo diretor, Douglas de Ávila. O trabalho exigiu trocas de ideia. Os atores ensaiaram nos mais diversos horários: como a escola tem três turnos, ficava difícil encontrar um momento em que todos pudessem atuar juntos. Antes da filmagem, aulas de fotografia e de luz com o professor Marcelo Kwecko.  A filmagem aconteceu em locação previamente escolhida pela produção. E, por fim, a montagem deixou os envolvidos satisfeitos mas exaustos.

O filme ganhou a simpatia do público presente e elogios do visitante. Perguntas despertaram os realizadores para aspectos críticos que subjazem à escolha de cenários e de tema. A chefe de Ensino, Cátia Barcellos, elogiou publicamente as atividades do Projeto Cinema e Literatura e a iniciativa dos alunos em formarem a direção do Cineclube. O professor Edson de Oliveira, coordenador da Pesquisa e da Extensão, demonstrou satisfação com o evento e com o trabalho realizado.

MESA REDONDA COM COLEGAS DO CAMPUS PELOTAS


Por Vera Haas

No dia 19.06, os participantes do Curso de Extensão para Formação Docente Cinema e Literatura na Sala de Aula, promovido pelas Secretarias de Cultura e de Educação do município e pelo campus Camaquã, reuniram-se para uma mesa redonda com professores do campus Pelotas. Gilnei Correa, Jaqueline Koschier, Roberta Pedroso e Túlio Medeiros debateram o tema educação culturalizada, de modo a abordar aspectos como a importância de áreas do conhecimento que promovem a cultura e a reflexão crítica sobre a elaboração do currículo do Ensino Médio, incluindo o currículo dos cursos profissionalizantes.

O debate teve ativa participação dos alunos do Curso. Alguns docentes deram depoimentos sobre atividades realizadas em suas escolas, com resultados voltados à valorização da cultura, tanto artística quanto cultural. A variedade de áreas representadas por profissionais da História, da Educação Artística, da Educação Física, da Pedagogia e das Letras oportunizou um diálogo muito interessante, estendendo o encontro até as 12h.

A ideia da manutenção de um grupo que continue debatendo as interfaces entre Literatura e Cinema, ou Artes e Cinema, ou História e Cinema et alii tem animado os docentes que, agora, chegam ao término do Curso. Os debatedores, sem exceção, mostraram-se dispostos a colaborar com as reflexões e o desenvolvimento de uma atitude crítica e construtiva em relação à interface cultura e educação.

terça-feira, 4 de junho de 2013

CINEMA E LITERATURA ESTÃO PARA O CINECLUBE COMO...


Prof. Dra. Vera Haas

Bem, caro leitor, nesse caso você pode preencher como lhe aprouver. Particularmente, penso em várias maneiras de completar o pensamento. Isto porque, hoje, desejo partilhar com você algumas das atividades realizadas pelo Projeto Cinema e Literatura: Do argumento ao filme. O objetivo é incentivá-lo a ler livros e filmes e, quem sabe, a escrever livros, roteiros e a filmar histórias. Entre as atividades apoiadas pelo Projeto Cinema e Literatura, muitas são apenas o início de uma caminhada. Trata-se de construir espaços e olhares para que, gradualmente, grupos optem por seus próprios procedimentos, tanto em sala de aula, no cotejo entre cinema e literatura, quanto em salas de cinema (na escola, no clube, na sala de casa...). Abaixo segue uma relação de nossas ações, todas passíveis de execução em qualquer lugar, basta formar um grupo. Sim, cinema não se faz sozinho, são necessárias muitas mãos e muitas habilidades.

I.
O Curso Cinema e Literatura na Sala de Aula, voltado aos docentes interessados nessa interface, contou com o apoio das Secretarias de Cultura e de Educação do Município e da direção do campus Camaquã. O Curso ocorre nas dependências do campus e prevê um total de seis módulos. O primeiro módulo trouxe à tona temas como a semiologia e as diferenças de linguagens sob a condução do professor  Rafael Ferreira (UFPEL). Essa atividade de formação resultou das sessões de cinema comentadas, desenvolvidas pelo Projeto em anos anteriores.

II.
 A formação de um cineclube e a  eleição da primeira diretoria do Cineclube do campus Camaquã foram incentivadas e apoiadas pelo Projeto Cinema e Literatura.  Estudantes dos cursos de eletrônica, suporte e manutenção em informática, controle ambiental e automação industrial formam o grupo que se assumiu a responsabilidade de abrir as portas do campus ao cineclubismo, dando continuidade a sessões comentadas, formando grupos de estudo a respeito de cineastas ou de transcriações, enfim, colocando em prática aquele tipo de conversa e de pesquisa tão ao gosto de amantes do cinema e da literatura: a observação da estética em face à realidade representada e a inovação de antigos paradigmas. Em breve, a nomeação dos componentes da diretoria acompanhará a divulgação da data da posse.

III.
A finalização do primeiro curta produzido no campus Camaquã, com direção de Douglas Pinho de Ávila, a partir de uma livre adaptação do miniconto de Djolize Martins da Silva. Aspectos que possibilitam a inclusão  de segmentos sociais mais amplos ocuparam o diretor, a bolsista Daniela Bilhalva e o professor Marcelo Kwecko. Paralelamente, a bolsista Victória Viatrostki prepara o curta que terá sua direção, uma transcriação do miniconto de Natália Osvaldt Müller, Um pedido. Quer conhecer os atores, os roteiristas, os cenógrafos, o pessoal da produção? Fique atento, m breve, nesse espaço, você terá a ficha técnica completa.

Adaptação, livre adaptação ou transcriação? Que termo você usaria? Por que motivo? Pense a respeito e divida conosco sua resposta a essa questão. Afinal, refletir sobre a correlação cinema e literatura EXIGE pensar e pesar a palavra escrita.